Essa fome de que falo é aquela que começo a ter por ti, e a única forma de aplacá-la é possuindo-te por inteira com a fúria ardorosa da minha vontade passional.
Atiro-me em cima deste teu corpo delicioso, aterrisso sob a nossa cama tomando-te em meus braços, conjurando teu nome sagrado, pois é um nome de fêmea-deusa.
Tiro teu sutiã expondo teus seios redondos e fartos, beijo-os queimando em quereres carnais incontroláveis, antes de mamá-los com a volúpia de minha boca insaciável.
Logo depois retiro tua calcinha minúscula de renda, com a intenção de brincar com minha língua no pequeno triangulo de pêlos púbicos que deixaste em tua pirâmide vaginal.
O cheiro que provém desta tua triangular tenda de delicias, me enlouquece, me extasia, então perdendo a razão do que eu faço, mergulho minha boca em seu interior, fazendo-te soltar gemidos do mais puro prazer sexual.
Apolo e Dafne se apossam de nossos corpos suados, agora nós dois somos deuses que como consortes extremamentes apaixonados, singramos no mar caudaloso do orgasmo, tendo como bússola a nossa concupiscência ardente e como nosso barco a volúpia desenfreada dos nossos sentidos.
ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS.

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